O anúncio do Google Chrome OS foi feito em um post no blog oficial do Google. Criado com o kernel do Linux e quase nada mais, o sistema operacional será superenxuto, feito sob medida para rodar o navegador Chrome (e provavelmente o Google Gears). Ao que parece, os usuários vão executar todas as aplicações dentro do browser.
O Chrome OS começará a aparecer em netbooks no ano que vem. Por terem hardware menos potente, eles pedem um sistema mais simples e leve. Serão a primeira frente de ataque do Google à Microsoft, que já estava certa de que faria o Windows 7 dominar esse mercado. A empresa de Mountain View, no entano, nega essa intenção. “É um sistema operacional pensado para os dias de hoje”, disse Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (8). “Hoje em dia as pessoas passam muito mais tempo nos seus computadores online do que fazendo outras atividades.”
Como o código será aberto, nada impede que o Chrome OS ganhe mais funcionalidades, passe a rodar softwares além do navegador, e se torne complexo o suficiente para competir de igual para igual com o Windows e até para o Ubuntu e as outras distribuições Linux com foco no usuário final.
“Estamos redesenhando completamente a arquitetura de segurança, para que os usuários não tenham que lidar com vírus, malware e atualizações de segurança. Simplesmente deve funcionar”, disseram executivos do Google no blog oficial.
Os usuários de desktop e laptop, agora, já podem fazer uso da ferramenta “Mostrar meu local” do Google Maps, que localiza geograficamente as máquinas pelo recurso de W3C Geolocation API.
O recurso só é compatível com navegadores Google Chrome (2.0+) e Mozilla Firefox (3.5+) – ou qualquer navegador com a versão mais recente do Gears.
O Google Maps brasileiro ainda deve demorar mais alguns dias para receber o recurso. Mas os usuários nacionais podem visualizar o novo botão ao entrar na versão internacional, sem o “br.”.
O W3C Geolocation é uma especificação que fornece acesso por scripts às informações de localizações geográficas associadas ao dispositivo de hospedagem.
Após mais de cinco anos em versão de teste, o Gmail deixou de ser beta. Junto com ele, mais três aplicações do Google Apps (Google Calendar, o Google Docs e o Google Talk) também estão oficialmente finalizados.
Segundo o Google, a novidade é mais uma tentativa de atrair novos usuários corporativos do que uma evolução. A principal versão do Google Apps custa 50 dólares por usuário para clientes corporativos, que têm direito a ferramentas como acesso offline e suporte 24 horas nos sete dias da semana.
Ainda sobre o Google Developer Day, a gerente de desenvolvimento do Google Wave Stephanie Hannon afirmou que produto tem potencial para diminuir o tráfego de e-mails no mundo
Na demonstração realizada, misturou-se correio eletrônico, mensagens instantâneas e edição colaborativa em uma mesma interface (ou, na mesma “wave). Todo armazenamento é feito em servidores ao invés de trafegarem pela rede.
De acordo com Stephanie, será possível fazê-lo funcionar em conjunto, por exemplo, com diferentes tipos de webmail e mensageiros instantâneos no futuro.
O Google tem distribuído convites para que programadores ajudem a encontrar bugs no Wave, além de criarem extensões e ferramentas para o produto, que ainda não tem uma data de lançamento definida.
Apesar de alguns bugs na apresentação, a aplicação (ainda em testes) se comportou bem na maior parte do tempo. Foram mostradas integrações ao Blogger, Google Maps, Twitter e ao Google Search. Apresentam também o robô Rosie, que consegue traduzir mensagens à medida que são digitadas, em varios idiomas.
Lançada nesta quarta (24/06), a ferramenta AdSense for Mobile Applications (ainda em fase beta) permite aos desenvolvedores incorporarem anúncios de texto e imagem em seus aplicativos para plataformas móveis como o iPhone e Android.
Inicialmente, o serviço será disponibilizado apenas para um pequeno grupo de programadores que se encaixam em determinados critérios, como compromisso de três meses com o programa e desenvolver apenas aplicativos gratuitos.
O Google busca com isso levar anunciantes para os aplicativos móveis e gerar receita para seus desenvolvedores.
A T-Mobile confirmou o início das vendas do myTouch 3G,a versão americana do HTC Magic e uma atualização do G1, o primeiro celular com Android da marca. A pré-venda será realizada dia 8 de julho e o aparelho sairá por 199 dólares em um contrato de 2 anos com a T-Mobile. Em agosto, o myTouch 3G deverá chegar às prateleiras, mas nada confirmado no Brasil ainda.
O celular tem tela sensível ao toque de 3.2 polegadas com resolução de 480 por 320 pixels, câmera de 3.2 megapixels, conexão 3G, Wi-Fi e EDGE. O aparelho vem nas cores branca, preta e vinho roda o Android 1.5. O myTouch 3G é um aparelho mais fino e mais sofisticado que o G1, primeiro celular com o Android, e também será fabricado pela HTC.
Depois dos judeus ortodoxos, foi a vez da China exigir o bloqueio de sites pornográficos pelo Google.
O China Internet Illegal Information Reporting Centre mandou o Google “fazer mudanças imediatas” e limpar o conteúdo disponibilizado pela ferramenta de busca (www.google.cn), informou a agência de notícias oficial Xinhua.
O Google tem sido “forçado a consentir com as leis e regulações chinesas e a filtrar completamente material pornográfico que está entrando no país”, segundo a Xinhua.
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